Nova geração de Corretores está mais especializada

Em 1962, o Congresso Nacional reconheceu e regulamentou a profissão, por intermédio da Lei n° 4.116/62. Com a evolução do mercado, o diploma passou a ser um requisito a categoria. Logo em seguida vieram os cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de Negócios Imobiliários, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) admitiu também a inscrição nos CRECIs dos formandos que se diplomarem nessa graduação. Mas os corretores de imóveis de hoje passaram a investir em outros cursos e especializações para melhor atender o público.

Publicidade, Marketing, Engenharia são algumas formações que encontramos nestes profissionais, fora o domínio de uma língua estrangeira e total conhecimentos das redes sociais. “A ideia é encantar o cliente” explica o empresário e engenheiro civil Alexandre Melão, sócio-diretor da Drive.

Dentro do novo perfil dos corretores estão as seguintes tarefas:

– serviços de intermediação de aquisição de terrenos (compra e venda de áreas para incorporação Imobiliária);

– originação de negócios (prospecção de empreendimentos de acordo com o interesse do investidor; análise de riscos que inclui aspectos legais, ambientais e de licenciamento);

– desenvolvimento imobiliário (visando o produto, desde a sua aprovação do projeto junto à Prefeitura; as demais aprovações legais, quadro de áreas, memorial de incorporação e convenção de condomínio, registro de incorporação);

– gestão de empreendimentos (desenvolvimento e preparação do terreno e o planejamento e a gestão de marketing),

– gestão de novas contas (planejamento customizado, atendimento ao incorporador, soluções comerciais, o que inclui uma consultoria ampla).

Fonte: LicitaMais